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10 Novembro, 2011

Monitores de referência X Caixas de som

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Neste artigo você vai entender uma pouco mais sobre monitores de referência, diferenças de caixas de som comuns e como eles podem te mostrar o que realmente você está fazendo.

Tem um momento em nossa vida que seja você Produtor, Engenheiro de Mixagem ou Masterização que tomamos uma decisão. Comprar um par de monitores de referência (primeiro par ou novos).
E pra quem passou a vida inteira produzindo, mixando e até arriscando masterizar (bota arriscado nisso) em "caixinhas de som" que acompanham o computador, ouvir seus trabalhos anteriores em monitores de referência pode ser frustrante.

Monitores de referência X Caixinhas de som


Escolhendo e comprando seu monitor de referência.

Com certeza você pesquisou na Internet:

"Qual o melhor monitor?", "Melhor Monitor Custo X Beneficio?"

Escolher um monitor de referência não é uma tarefa fácil, primeiro que dificilmente você poderá ouvi-lo antes de fechar negócio. Ou seja, é uma compra no escuro. Só nos resta recomendações de amigos e pesquisa em fóruns, que nos deixam muitas vezes mais confusos.

Uma dica: Caso conheça alguém que permita que você escute e faça um teste drive, não perca tempo:

"É A MELHOR MANEIRA DE SE ESCOLHER UM BOM MONITOR DE REFERÊNCIA".

Escute uma musica que você conheça muito bem, principalmente os detalhes. Se você conseguir ouvir algo diferente do que sempre escutou na musica, isso é um bom sinal. Bons monitores tendem a "mostrar" algo que não se consegue ouvir nas caixas de som comuns, como um reverb bem sutil nos vocais, um delay nos teclados "puxando" pra direita, etc...

Se não conhecer ninguém, será complicado escolher. Ler sobre monitores ajuda, mas não tanto quanto poder ouvi-los. Os reviews em sites especializados são uma boa saída. Pois são testes feitos por profissionais e, quase sempre fazem comparação com outros modelos de mesmo nível e preço.

Por falar em preço, isso nem sempre é sinônimo de qualidade, chega uma momento que seus ouvidos não percebem mais diferença entre um monitor ou outro. Então teoricamente se você já possui bons Monitores de referência, já está acostumado e sabe o que esperar deles e os confia seus ouvidos. Não será vantagem comprar outro par tão cedo.


Comprei meu par de monitores de referência.

Que tal escutar seus trabalhos antigos?
Com certeza você vai querer ouvir sua produção predileta que se orgulha muito, vamos lá.
Opa! O que aconteceu com o bumbo? Muito alto e presente!
E o reverb está muito exagerado, vocais baixos... etc.

Em menos de um minuto você vê sua obra de arte se transformar em um trabalhor amador.
Você pode até pensar que é problema nos seus monitores novos, mas, sinto muito, ele pode estar lhe mostrando a verdade!


Conclusão.

Agora pense comigo, quando ajustamos os níveis das pistas em caixas de som comuns, corremos o risco de NÂO ouvir o que realmente está sendo mixado, o que é chamado por alguns de "ponto cego". (Frequência  ou detalhe que suas caixas não conseguem reproduzir, e por consequencia, você não vai ouvir). As caixinhas de som não são feitas para reproduzir sons graves, e quando aumentamos o nível do bumbo até conseguirmos ouvi-lo é porque "ele já esta lá faz tempo". Resultando em um nível acima do que desejamos. Geralmente essas caixinhas só reproduzem uma determinada faixa de frequência central. Ou seja, sem graves e poucos ou raros agudos. O que nos faz pensar que o nível dos vocais estão "no ponto". já que ouvimos exageradamente os médios.

Lendo todo esse artigo você deve ter percebido que tudo gira em torno de seus ouvidos e como o próprio nome diz, são monitores de referência, ou seja eles serão apenas uma referência para você, e se aproximar ao máximo do original, ter ouvidos treinados não tem preço que pague. Perceber pequenas diferenças de uma mesma coisa (nuances) faz parte de um bom profissional na area de produção musical. Saber quando se deve baixar miseros 1dBfs no bumbo por exemplo, pode parecer bobeira, mas pode fazer toda a diferença no fim de um belo trabalho.

24 Julho, 2011

Volume final/padrão na masterização

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Como muitos devem imaginar, o volume final não se deve simplesmente ao fato de sua música "bater" sempre em 0dBFS. Mas então, qual deve ser o volume final/padrão?

VU Meter

Já ouviu falar em RMS? pois é nele que você tem que se concentrar na hora de decidir o volume final na hora de masterizar. Ao contrario do que parece, sua musica não precisa necessariamente chegar perto de 0dBFS, o que nosso ouvido leva sempre em consideração, é o volume médio, o RMS. Os picos, não são sinônimo de som alto. Alguns tem uma duração tão baixa, que não chegam a ser audíveis, e por conseqüência não entendemos como volume alto, apesar dos medidores indicarem até Clipping. Utilizamos medidores que tenham a opção RMS juntamente com Peak (picos) que estamos acostumados a ver em qualquer soft de áudio, assim poderemos ver a dinâmica da musica, que nada mais é do que a diferença em db entre o RMS e o pico mais alto. Os medidores RMS são mais lentos, justamente para mostrar a média a cada momento. Se estamos em um momento baixo/fraco da música e em segundos passamos a um ponto mais alto/forte, o medidor vai subindo aos poucos até chegar na média daquela passagem.

Quando vamos masterizar um CD com 10 faixas por exemplo, temos que ter uma delas como referencia, de preferência a faixa principal do disco, definindo assim o volume de todas as outras, para que o todo o CD "soe da mesma forma", ou, com RMS bem parecido entre as faixas.

Outro ponto para se ter atenção é de que não existe volume padrão, cada estilo musical "pede" um RMS diferente, até mesmo a banda juntamente com o produtor musical e o engenheiro de masterização podem propor algo totalmente diferente do atual, dentro de um estilo.

Um CD de Rock pesado tende a um RMS mais elevado se comparado a uma música Clássica, que por consequencia, tem muito mais dinâmica (diferença entre pontos altos e baixos na música), já no rock, o som segue quase sempre constante, sem muita variação. O que quase sempre causam perdas, como por exemplo nos transientes, a caixa fica sem presença, bumbo sem impacto, etc...

Resumindo, a principal preocupação é realizar um bom trabalho, em todos os sentidos, o RMS é decidido pelo estilo de musica, e mesmo assim, dentro de cada estilo também não há padrão. No fim, quem decide em que volume a música irá tocar, é o ouvinte. Se você tomar a frente do ouvinte, e decidir o volume mais alto possível, sinto muito, você acaba de entrar na "Guerra de Volumes"

Ps.: Agora só falta convencer seu cliente disso!!

19 Julho, 2011

É correto masterizar sua própria mixagem/música?

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Que atire a primeira pedra aquele que nunca masterizou seu próprio projeto. Mas você sabe quais são os riscos?

Quando iniciamos um trabalho como produtor musical, participamos no desenvolvimento desde o inicio (pré produção) até o fim da mixagem (com o engenheiro de mixagem). é como se fosse nosso próprio filho, que nasce, vai crescendo de acordo com nossos cuidados, e nos acostumamos com a presença dele.

Mas, nós acabamos que nos acostumando com a situação. O filho cresce bem lentamente aos olhos dos pais. Mas para uma pessoa de fora que o vê de tempos em tempos, ou simplesmente o vê pela primeira vez, é sempre uma surpresa, mais impactante. Alguns o elogiam, outros dizem: "Nossa como ele está magro", "Como está baixinho", etc...

Com certeza é algo que os pais não percebem por si só, pelo fato das coisas acontecerem bem lentamente, mas após alguém comentar até faz sentido e assumem: "realmente está magro, ou, baixinho".

Quando você masteriza sua própria mix, acontece exatamente o mesmo. Você está envolvido demais,  desde seu inicio até a mix-master (Bouce/exportação final da sua mix), acaba que não percebendo determinados detalhes, como por exemplo um Bumbo exagerado, o uma caixa muito presente, que não se encaixa no estilo, ou até mesmo um vocal muito abaixo do nível dos instrumentos, etc.

O resultado disso tudo é que tudo isso acaba passando despercebido também na masterização, pois os mesmos ouvidos estão em ação, e o nosso psicológico tende a ouvir da mesma forma que na mixagem na DAW, imaginando inconscientemente todas as inserções dos canais, efeitos, volume, etc... E esse é justamente o risco que corremos quando finalizamos/masterizamos nossa própria mix.

Em contra partida, se enviássemos a mixagem para um engenheiro de masterização, ele escutaria seu trabalho pela primeira vez já fazendo seu julgamento, sem nem imaginar como foram feitos os ajustes na mixagem, sem emoção (ponto principal) "por não ser seu filho", estando em um outro ambiente e imaginando apenas uma única coisa, a mix. Ele encontra e corrige possíveis falhas mais facilmente utilizando um equalizador ou compressor multi-banda por exemplo, fazendo seu trabalho com menos sujeição a erro. Ou até mesmo devolvendo a mix, e avisando sobre os pontos que dificultam ou tornam impossíveis a masterização, como uma "mixagem magra" sem pegada, ou um vocal muito baixo (lembra do exemplo? filho magro... baixinho...). Que com certeza agora faram sentido e abriram os olhos (ou ouvidos) do Engenheiro de Mixagem e o Produtor Musical
Logicamente a experiência do Engenheiro de Mixagem, juntamente com o produtor, tendem a diminuir esses possíveis equívocos. Deixando a Mix-Master no ponto exato para ser finalizada na masterização.

09 Julho, 2011

DC Offset inimigo inaudível (ou não)

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Esse artigo vai tentar explicar o que é, e o que o DC-Offset que apesar de inaudível, pode provocar efeitos indesejáveis em sua produção.

O DC Offset é um sinal muitas vezes contínuo, de freqüência muito baixa, gerado por algum equipamento no momento da captação de um instrumento ou vocal. Até mesmo uma interface de áudio de má qualidade. Muitas vezes, temos um caminho muito longo entre a fonte sonora e o dispositivo de gravação, geralmente o computador.

Imagine a seguinte situação:
Numa sessão de gravação de guitarra, o som é captado através do captador da guitarra que transforma em impulsos elétricos a vibração das cordas, envia o sinal através do cabo até o case onde estão vários pedais, muitos deles ativos, saindo de um e entrando em outro, após isso, provavelmente será conectado a uma DI-Box, para estar com sinal compatível com a mesa de som, que por sua vez levará o sinal também através de cabos, até uma das entradas de sua interface de áudio.

Seja por meio de cabos de má qualidade, cabos de áudio estarem misturados com fiação elétrica, etc, uma espécie de sinal é captado e enviado a sua interface, e é justamente ela a principal causadora do DC-Offset no momento conversão AD (Analógico para Digital). Ele não chega a ser audível, nem é mostrado em um analisador de espectro, ou seja, você só vai encontra-lo se realmente procurar por ele. Através de uma analisador específico, ele procura pelo sinal característico e mostrando o nível de DC Offset da faixa em questão.

Mas afinal, o que é o DC Offset? (What is DC OffSet?)

Li em um fórum a muito tempo atrás uma descrição não técnica para tentar explicar o que era o DC Offset, era mais ou menos assim: "...ele acontece quando a onda de áudio gira fora do eixo...". A imagem abaixo mostra exatamente a explicação utilizada no fórum:

img - DC-Offset - inimigo inaudivel

Essa é uma faixa que baixei em uma desses sites onde você divulga gratuitamente seu trabalho. Nesse caso é uma musica de uma grupo de Rap Nacional. Pra minha surpresa, essa faixa está masterizada como diz na descrição da faixa no site, Incrível não?

Após a introdução de música, acontece de forma grosseira o DC Offset por alguns minutos, com certeza por alguns instrumento que foi gravado e é tocado justamente nesse intervalo, como não posso simplesmente pegar uma musica e colocar aqui para dizer que ela tem um problema. Vou dizer o que ocorre nesse trecho:
Como ela foi "masterizada" (será), com certeza sofreu todos os processos das masterização, como por exemplo a compressão e limitação. Visualmente é fácil dizer que ela sofreu uma compressão/Limitação muito maior no trecho em questão, já que o áudio foi "deslocado" uns 9dbfs em um dos canais (isso mesmo, nesse caso, o DC Offset reagiu de forma diferente entre os canais), a margem dinâmica foi drasticamente reduzida, sem contar os transientes, que foram perdidos, principalmente na caixa, que é bem presente em relação aos outros instrumentos de percussão.

Abaixo você confere a mesma imagem da onda de áudio, porém com uma linha indicando o correto, e o que foi "perdido".

img - DC-Offset - inimigo inaudivel

A linha vermelha (DC Offset) indica o quanto o áudio foi "deslocado" em relação a linha amarela (Correto), incrivelmente esse espaço tem aproximadamente 9dBfs, assim já imaginamos que esse trecho sofre 9dBs a mais de compressão/limitação em relação ao restante do áudio, um tremendo absurdo.

Na imagem abaixo você confere o exato momento onde a onda de áudio é deslocada:

img - DC-Offset - inimigo inaudivel

Conclusão:
O DC Offset, apesar de muitas vezes ser inaudível por si só, causa transtornos que são audíveis e comprometem e muito o resultado final de um trabalho, portanto, deve ser o primeiro processo em qualquer arquivo de áudio. Seja ele um simples projeto em seu inicio, podendo acumular DC Offset em todas as pistas ou a Master que pode comprometer todo o trabalho.

Atualizado em 27/01/2012

21 Maio, 2011

Dj Lex agora no Facebook

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Pois é, não tem como resistir, é a febre do momento. Agora estou no Facebook, aproveite e clique em "curtir" logo aqui ao lado.

Página profissional (Fã Page):
https://www.facebook.com/DjLexProdutorMusical

Página pessoal
https://www.facebook.com/deejaylexbr

Até mais pessoal

22 Novembro, 2010

Filosofia Sangrenta – Fim da Vida

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Grupo: Filosofia Sangrenta
Musica: Fim da Vida
Produtor: Adinan e Dj Lex


11 Outubro, 2010

"Trajetória", Mais que uma Conclusão de curso.

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Abaixo você confere o processo de criação da Música e Video-Clipe “Trajetória”. Criada para um trabalho de conclusão de curso, e acabou se tornando um projeto comentado e elogiado por muitos.
 “O que a principio, era uma ideia que pouco me agradava hoje me orgulho em mostrar o resultado”.
-Musica
-Vídeo
-Escola
Bom, é difícil falar de algo particular, ao menos pra mim. Que pouco gosto do que faço. Mas vou tentar em breves tópicos, expressar pensamentos em relação às citações feitas acima, dentre outras mais que Vierem em mente.
A Música:
Era um dia normal como qualquer outro, depois do almoço mais precisamente, e eu estava na aula de Web Design, oferecida Gratuitamente pela ONG "Colmeia - Instituição a Serviço da Juventude", era praticamente o ultimo mês de aula, e foi proposto um trabalho. O mesmo tinha varias opções de ser apresentado, seminário, site, teatro, vídeo, entre outros. Nos escolhemos, ou melhor cada um escolheu uma vertente diferente.
Pronto instaurava-se na sala, uma guerra... Até que...
Levanta-se o quieto Adriano, que pouco se manifestou no decorrer do curso, e propõe o seguinte:
“Porque, "nóis num faiz" um vídeo, o Adinan canta, e nóis faz a filmagem das cenas”.
EU não sabia onde esconder o rosto.
Enfim, todos toparam, e passaram a discutir o que seria cantado, em qual "melodia", e como seriam gravadas as cenas. Bom, com tudo isso definido, fomos então, criar a musica, ou melhor, eu fui criar a musica, porém sem o resto da classe não seria nada fácil...
Decidi então que seriam criados tópicos, para eu saber, o que seria falado na letra, com um consenso da classe. Então sentamos fora da sala, e criamos os tópicos "que saíram quase sob tortura", pois ninguém sabia o que falar. Ou se podiam falar o que queriam falar.
Bom com a musica já escrita, e divida em duas partes, após exatos 3 dias.
Fomos relendo verso pós verso, o que em imagens poderia representar tais palavras...
Bom mas isso é outra história, vamos finalizar a parte da musica, que deu um certo trabalho, afinal não é só a letra, quem faz a musica, tem também o "BEAT", que fora feito por mim. Mas venhamos e convenhamos, com a letra escrita, eu tive a conclusão que, teria de fugir um pouco do meu "estilo".
Não podia eu, falar de amizade, aprendizagem, fatos "engraçados" ocorridos no curso, numa base, "GANGSTA", Ou então "DEPRESSIVA", até mesmo numa moderna denominada "CRUNK"... Ai estava mais uma barreira, foi quando o professor "Thiago Beleza" resolveu dar uma força, e me deu a ideia de, SAMPLEAR UM JAZZ, me mandando alguns vídeos, alguns nomes de artistas, fui navegando até encontrar, um bem legal:
"Dilated Peoples - Pay Attention"
Não era bem o que ele havia sugerido, mas foi de imediato, que ao ver cantei em cima do som
e resolvi, produzir naquela mesma melodia.
Agora, sim.
Com Beat, e letra podemos enfim, pensar NO VIDEO; Que foi de enorme satisfação, ao menos pra mim editar, contracenar, imaginar algumas da cenas, e também de debater com os outros envolvidos o que seria feito, assim aprendendo coisas novas, tendo algumas ideias, aprimorando outras, criando uma baseada na outra, e assim por diante.
Recurso..... Mínimos, apenas uma filmadora da própria ONG, que por sinal, tem uma qualidade melhor que qualquer “50000 pixels”, que venham a vender em celular, e um PC, quase na UTI, no caso o meu...
O que ajudou, para o resultado final ser este que hoje você pode visualizar sem “MACHUCAR” os olhos, foram a persistência não só do Editor, mas de todos os envolvidos, a criatividade de ambos, e também uma pequena dosagem de algo que você só pode obter e desfrutar após conhecer o LEX, com ele aprendi muita coisa, dei muita dor de cabeça pra ele, pra hoje ter o orgulho de dizer, que ele é um ótimo professor, e um excelente profissional, não é atoa que tenho uns 3 ou 4 trampos recentes, feitos e finalizados com a coprodução do mesmo. Enfim, voltando ao vídeo, as experiências foram “monstruosas”, confesso que senti medo de não conseguir entregar a tempo, pois muitas da cenas não tinha sido gravadas, e como tapar esse buraco.
Digamos que a musica tivesse uma rima falando de futebol, e na sequência uma comparação religiosa, levando em consideração, que cada rima tem em torno 8 segundos, pra quem nunca editou nem um vídeo de aniversário, a cena em que o aniversariante assopra as velinhas, seria quase uma missão impossível fazer esses cortes, e trocas de cena...
Porem tive uma ideia, não foi muito bem sucedida, pois a falta de recurso e conhecimento, me deram uma força... A ideia seria, duma pessoa entrando em cena ligando uma TV, passando por alguns canais e insatisfeita, prossegue a procura de algo que a agrade, ou pelo menos ajude a matar o tempo... Pois bem essa primeira foi descartada por diversos motivos... Mas a ideia da TV, não me saia da cabeça, juntando a falta de cenas, recursos, e conhecimento, resolvi então criar a TV, descartei a hipótese da pessoa ligando e blá, blá, blá E fiz o seguinte.
De inicio do clipe, coloquei uma musica, simulando um canal de clipe, em seguida com alguns recursos básicos simulei também a troca de canal, e na sequência uma cena do “TIRIRICA”, pensando o seguinte “PIOR QUE TA, MEU CLIPE NÂO FICA”, mais uma vez, mudei de canal, e um outro trecho de musica, ainda insatisfeito, mudei de novo, e dei a inicio a minha musica...
E pra preencher o vazio, de cenas? Bom, ai foi fácil, como se tratava de uma Televisão, de um mero favelado, que tenta vencer na vida, ele claro, que não tinha um conversor de TV digital, dependia do “BOM BRIL NA ANTENA”, ai no decorrer do clipe onde, infelizmente não foi possível a criação de uma imagem, um cenário, ou afins, “TIREI DO AR”, o canal onde passava o clipe, com um efeito de sintonia de TV, (CHIADOS), com alguns tapas, ajustes na posição da antena o canal voltava ao ar, e mostrava a continuidade das cenas, e assim foi até o fim...
Algo bem caseiro, e improvisado, porem com talento, e audácia tudo deu certo.
Me mostrando o que ídolos já haviam me falado...
“O TEMPO PASSA, E ELE É PROFESSOR”, com o tempo aprendi que “VOCÊ É A MUDANÇA QUE SE QUER.... EM SI MESMO TENHA FÈ”, foi assim, com FÉ em minha própria pessoa, que obtive tais resultados.
Adinan
Adinan








Ficha Técnica
Titulo:
Trajetória
Autor: Adinan
Produção e Coprodução: Adinan e Dj Lex

01 Outubro, 2010

Filosofia Sangrenta – Rima Psicopata

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Grupo: Filosofia Sangrenta
Musica: Rima Psicopata
Produtor: Lex
Participação: Adinan (Mente Oposta)

22 Setembro, 2010

Guerra de Volumes (Loudness War)

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Como artigo de estreia aqui no site, começo abordando o assunto: Guerra de Volumes, ou Loudness War. Nada mais é do que uma "boba ideia" dos masterizadores de alcançar o máximo volume possível de áudio, mesmo que isso custe ao produto final, uma distorção, pequena ou não, audível ou não. Basta pegarmos um CD antigo e ouvir uma musica. e logo em seguida pegar por exemplo o CD do Metallica, Death Magnetic (2008), e ver a gritante diferença de volume, forçando você a correr e baixar o volume (Não acreditei e fui conferir o álbum, realmente as musicas, tem a mesma intensidade do começo ao fim, deixando seus ouvidos fadigados dependendo do volume que vocês ouve). Porém isso tem o seu preço, a alta e perceptível distorção durante a musica.
Muitos produtores e masterizadores de hoje em dia tem a ilusão de que seu trabalho tem que soar alto para "agradar" ao ouvinte, como se volume alto fosse sinônimo de qualidade. Abusando e muito da compressão, deixando a musica praticamente sem dinâmica (diferença entre os picos e os momentos calmos da musica).
Na imagem abaixo você confere a "Evolução da Guerra".



"QUEM DECIDE O VOLUME É O OUVINTE, POR ISSO EXISTE O BOTÃO DE VOLUME EM TODO EQUIPAMENTO DE ÁUDIO".

Veja no vídeo abaixo o que acontece com o áudio quando ele é muito comprimido, repare na perda de dinâmica, o som fica constante e chapado.

13 Setembro, 2010

Set 09/2010 - Prodigy Vs. Fatboyslim

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Set 1 (09/2010)

PlayList
1 - The Rockafeller Skank - FatBoy Slim
2 - Voodoo People - Prodigy
3 - Build It Up - Tear It Down - FatBoy Slim
4 - Ruff In The Jungle Bizness - Prodigy
5 - Soul Surfing - FatBoy Slim
6 - Wind It Up (Rewound) - Prodigy


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